Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), relator da comissão especial de segurança pública, os números da criminalidade no Brasil são alarmantes e configuram um estado de guerra. São 51 mil homicídios por ano, número que chega a 100 mil se forem calculados os crimes praticados no trânsito. Em entrevista à Agência Senado, o senador fala sobre o trabalho da comissão que realiza sua primeira reunião nesta quarta-feira (09) e defende, entre outras medidas, a unificação das polícias civil e militar. Veja a íntegra da entrevista concedida ao editor Nelson Oliveira.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Taques diz que Brasil vive estado de guerra e propõe unificação das polícias
Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), relator da comissão especial de segurança pública, os números da criminalidade no Brasil são alarmantes e configuram um estado de guerra. São 51 mil homicídios por ano, número que chega a 100 mil se forem calculados os crimes praticados no trânsito. Em entrevista à Agência Senado, o senador fala sobre o trabalho da comissão que realiza sua primeira reunião nesta quarta-feira (09) e defende, entre outras medidas, a unificação das polícias civil e militar. Veja a íntegra da entrevista concedida ao editor Nelson Oliveira.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
O Viaduto que caiu faz parte das obras inacabadas para a copa do Mundo.
O Viaduto que caiu faz parte das obras inacabadas para a copa do Mundo. Estádios cheios, FIFA não pagará nenhum tributo e terá luco de mais de 10 bilhões.
E a rede Globo só mostra as grandiosidades dos estádios maquiados.
O Gigante precisa tomar as ruas novamente.
O País está de LUTO
MAIS INFORMAÇÕES : TRAGÉDIA EM BELO HORIZONTE
Segundo as últimas informações que recebemos, a tragédia com a queda do viaduto da avenida D. Pedro I nesta quinta-feira (3) deixou 22 feridos, 1 vítima fatal confirmada, 1 vítima fatal presumida (o motorista do carro que permanece debaixo da estrutura do viaduto) .A primeira vitima fatal foi identificada como sendo, Hanna Cristina dos Santos, de 24 anos.Era ela quem dirigia o micro-ônibus no momento do desabamento do viaduto. Segundo informações ela trabalhava com isso há apenas um ano e o veículo que dirigia era de seu pai. Hanna deixa uma filha de 5 anos, que também estava no ônibus no momento do acidente e também ficou ferida. Não temos informações sobre o estado de saúde dos outros feridos que estão internados, mas sabemos preliminarmente que estão fora do risco de morte. Até agora equipes de resgate estão no local tentando retirar um carro que ainda continua debaixo dos escombros. A prefeitura em nota,por causa do ocorrido cancelou todos os eventos que aconteceriam nesta sexta-feira (4). Populares estiveram no local em protesto pelas vitimas que morreram em decorrência da obra mal feita. O Brasil esta chocado e em luto! Mais informações você confere aqui no Plantão Policial !
Redação do Plantão Policial
Fotos: Correspondentes Plantão Policial
Informações – Correspondentes Plantão Policial
www.plantaopolicialcn.net
Fotos: Correspondentes Plantão Policial
Informações – Correspondentes Plantão Policial
www.plantaopolicialcn.net
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Taxa é ilegal e abusiva, diz Proteste
Entidade pede suspensão da chamada taxa de despacho, no valor de R$ 12, cobrada pelos Correios
“É a primeira e última vez que compro produtos importados pela internet”, diz Antônio Alves Barbosa, 24, após buscar sua encomenda ontem nos Correios. A reclamação do modelista está relacionada à demora de mais de 90 dias para a entrega do produto, mais o susto da soma do valor da tributação e a recente taxa cobrada pelos Correios, a taxa de despacho, no valor de R$ 12 por produto.
Parte da indignação de Antônio vai ao encontro de uma iniciativa tomada pela Proteste Associação de Consumidores. A entidade considera a cobrança da taxa de despacho, em vigor desde o dia 2 de junho, ilegal e abusiva. Isso porque eleva sem justa causa o preço do serviço sem qualquer contraprestação ao consumidor. Seguindo essa concepção, enviou um ofício aos Correios, Ministério das Comunicações e Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) pedindo o cancelamento da cobrança e agora aguarda posicionamento dos órgãos. O valor de R$ 12 incide sobre cada objeto importado tributado com valor acima de US$ 50 até US$ 500. A taxa deve ser repassada apenas pelos produtos que estão acompanhados da Nota de Tributação Simplificada (NTS).
A coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, considera a taxa de despacho abusiva porque é uma espécie de oneração sobre um serviço já pago pelo consumidor: a taxa postal. “Raciocinando o inverso, se for legal, permite que os Correios criem novas taxas em cima de serviços já prestados por eles”, afirma. Ela lembra que ao contrário de outras empresas, os Correios não entregam a mercadoria no domicílio do destinatário. Na prática, o consumidor recebe um aviso para que ele se encaminhe até uma agência para retirar a mercadoria e poder pagar os tributos e taxas.
CORREIOS
O coordenador de suporte dos Correios em Goiás, Ataide Henrique Duarte Junior, explica que essa taxa foi criada tardiamente. Ele conta que com a valorização da moeda brasileira, as importações de mercadorias, especialmente asiáticas, aumentaram exponencialmente. “Em uma década estimo que pode-se multiplicar em 50 vezes.” E acrescenta que a quantidade de produtos tributados é muito inferior aos não tributados (mercadorias com valor igual ou inferior a US$ 50). Ele conta que há anos outros operadores internacionais cobram por esta prestação de serviços. “E ainda mais caro que os Correios”, avalia.
Com esse aumento de demanda, diz, foi necessário alocar funcionários da instituição somente para trabalhar com os objetos internacionais. As mercadorias internacionais chegam a três centros de tratamento de cargas internacionais, localizados em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR). De lá, as encomendas são encaminhadas para todas as regionais do País. “O volume de contêineres que chega atualmente é muito grande. Antigamente não comprometia tanto nossa necessidade de pessoal. Esse valor nem cobre as despesas”, diz. “Mas se for considerada ilegal, vamos suspender imediatamente a cobrança da taxa”, ressalta.
Fonte:
http://www.opopular.com.br/editorias/economia/taxa-%C3%A9-ilegal-e-abusiva-diz-proteste-1.595884
1.595884
ABSURDO! Taxa será cobrada para retirar encomendas internacionais tributadas dos correios

Nos últimos tempos só estamos recebendo notícias ruins com relação ao mundo da importação, e a última notícia dos correios não poderia ser pior, agora todas as encomendas internacionais que forem tributadas além da taxa será cobrado do destinatário a quantia de R$12,00 por encomenda para fazer a retirada do pacote, parece até pegadinha do malandro, mas não é!
Vejam a nota que saiu:
Brasil um país de tolos!
- Além da demora para receber suas encomendas
- Além das taxas injustas que vem sendo cobradas
- Além da vagabundagem da receita federal não respeitar o decreto lei Nº 1.804, de 3 de setembro de 1980 que isenta todas as compras de até US$ 100,00 feitas por pessoas físicas.
- Além de todo o trabalho para fazer qualquer pedido que envolva receita federal e correios
- Além das filas gigantes ao ir a uma agência
- Além do valor alto de frete cobrado em encomendas internacionais
- Além dos furtos, perdas, roubos envolvendo os pacotes
- Além das altas taxas de IOF, ICMS, etc…
Agora ainda tem essa taxa de 12 reais! E o pior é que os brasileiros não podem fazer nada, tem que ouvir isso calado!
Você sabia que o correios gastou 42 milhões de reais para mudar sua logomarca?
Vejam a notícia, clique aqui.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Com 6 dedos, família do DF torce para Brasil chegar ao hexa.
São 14 integrantes da família com polidactilia. ‘Já somos hexa desde que nascemos’, brinca matriarca.
BRASÍLIA – Uma mutação genética virou brincadeira para uma família de moradores do Distrito Federal em tempos de Copa do Mundo. Boa parte dos integrantes têm seis dedos em cada mão e também em cada pé. Eles decidiram aproveitar a diferença para incentivar o Brasil rumo à conquista do sexto título mundial. Segundo as contas da família, são 14 os integrantes que manifestaram a polidactilia.
— Nós já somos hexa desde que nascemos. Agora é a vez do Brasil nos alcançar — brinca a aposentada Silvia Santos.
A variação genética da polidactilia começou na família com o pai de Silvia, Francisco de Assis Carvalho da Silva, já falecido. Advogado e músico, conhecido como “Six” por causa da diferença, ele foi um dos fundadores do Clube do Choro e chegou a presidir a agremiação, uma das mais tradicionais da capital.
Silvana, irmã de Silvia, diz que a música continuou na família, independente de quem nasceu com cinco ou seis dedos.
— Meu irmão toca cavaquinho, outro toca piano, meus sobrinhos tocam. Meu pai incentivou sempre a todos — diz. Ela afirma que os seis dedos não atrapalham os integrantes da família. Segundo Silvana, apenas os mais novos têm um pouco mais de trabalho com a curiosidade dos colegas de escola, mas diz que nunca sofreram qualquer discriminação.
O bom humor do pai é descrito pelas duas como um dos motivos pelos quais elas convivem bem com a diferença.
— Meu pai tinha seis dedos, era muito comunicativo e sempre tratou essa questão dos seis dedos com alegria. Por isso para gente isso é normal, aqui estranho é quem tem cinco dedos — diz Silvia. Os demais integrantes também lidam de forma tranquila, tanto que um dos irmãos deu o seguinte nome para uma chácara que comprou: Fazenda Meia Dúzia.

Silvia conta que dos seus três filhos, somente um, Eduardo, não apresenta a polidactilia e que quando uma das irmãs foi tirar um dos dedos do pé ele pedia que o dedo fosse guardado para que ele também pudesse ter seis. Silvia explica que a opção das mulheres da família de retirar os dedos “extras” do pé é apenas estética e que a mutação não atrapalha em nada.
— É só por uma questão estética, de vaidade, fica mais bonito para usar sandália — diz.
Para aproveitar o clima da Copa, usarão a tradicional festa junina que fazem todos os anos para fazer o “Arraia dos Hexas” e acompanhar o jogo entre Brasília e Camarões na próxima segunda-feira. No palpite para o jogo, Silvia reafirma o otimismo: “seis a zero”.
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