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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Avião com 116 a bordo sumiu na África

Companhia informa que avião com 116 a bordo sumiu na África

O avião operado pela Air Algerie fazia a rota entre Ouagadougou, em Burkina Fasso, e Argel, na Argélia, quando perdeu contato com os controladores de voo

Boeing 737 operado pela companhia Air Algerie
Boeing 737 operado pela companhia Air Algerie (EFE)
A companhia aérea espanhola Swiftair informou nesta quinta-feira que perdeu o contato com um de seus aviões operado pela empresa Air Algerie, com 110 passageiros e seis tripulantes a bordo. A empresa comunicou em uma nota postada em seu website que o avião decolou de Burkina Fasso, país da costa oeste da África, à 1h17, pelo horário local, e deveria ter aterrissado em Argel, capital da Argélia, às 5h10, horário local, mas não chegou a seu destino. O avião é um modelo McDonnell Douglas MD-83, segundo informou a empresa.
Uma fonte da empresa aérea Air Algerie, em declarações anônimas à agência de notíciasFrance-Presse, disse que "o avião não estava muito longe da fronteira argelina quando os comandantes do McDonnell Douglas foram instruídos a fazer um desvio por causa da má visibilidade e para evitar o risco de colisão com outra aeronave na rota Argel-Bamako". Segundo o funcionário, "o contato foi perdido após a mudança de curso".
"De acordo com os procedimentos padrões, a Air Algerie já iniciou seu plano de emergência", disse um funcionário da empresa citado pela agência argelina de notícias APS.  O voo AH5017, entre a cidade de Ouagadougou e Argel, é uma rota que funciona quatro vezes por semana, reporta a rede BBC.
A tripulação é de nacionalidade espanhola e o voo tinha sido fretado para a Air Algerie por um período de dois meses. Fontes aeroportuárias em Argel disseram à Agência EFE que das 116 pessoas estavam a bordo do avião, 80 delas eram de nacionalidade francesa. Em Paris, o Ministério das Relações Exteriores anunciou que emitirá em breve um comunicado.
Reprodução/Google Maps/VEJA
Rota do voo AH5017
Rota do voo AH5017 da Air Algerie, entre Ouagadougou, em Burkina Fasso, e Argel, na Argélia
(Com agência Reuters)
 Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/companhia-informa-que-aviao-com-116-a-bordo-sumiu-na-africa

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Ministro da Dilma atrapalha a reeleição da presidenta (sic)


Cota de isenção de imposto por via terrestre cai de 300 para 150 dólares

É com profundo pesar que anunciamos a medida tomada pelo nosso Ministro da Fazendo, Guido Mantega. À partir desta segunda, 21 de julho de 2014, a cota passa a ser de apenas US$ 150,00.

A portaria foi publicada no Diário Oficial da União, seção 1, página 25, Portaria do Ministro da Fazenda nº 307, de 17 de julho de 2014. A redução da cota de isenção vale para viajantes que ingressam no país via terrestre, fluvial ou lacustre.

Aduana brasileira entre Foz do Iguaçu e Ciudad Del Este

Caso o valor ultrapasse o limite, o turista deverá pagar 50% de imposto referente ao valor que exceder a cota de US$ 150,00, ou seja, caso o turista compre um celular de US$ 200,00, terá que pagar US$ 25 dólares de imposto para o governo.

A cota era de US$ 300,00 desde 2005. Quando, depois de várias revindicações os comerciantes da fronteira conquistaram este reajuste. Agora, depois de muita inflação nestes últimos anos, onde a cota deveria passar para US$ 500,00.

Segue link para portaria oficial no portal da eceita Federal: http://goo.gl/vfHwvd

Fonte: http://blog.comprasparaguai.com.br/2014/07/cota-de-isencao-de-imposto-de-300-para-150-dolares.html

domingo, 20 de julho de 2014

Cancelamento da taxa de R$ 12 para retirar importados


YOLANDA FORDELONE
Terça-Feira 01/07/14

Comprar mercadorias importadas pela internet ficou mais caro. Desde o começo de junho, além dos altos impostos que incidem sobre os produtos, o consumidor passou a ter de pagar R$ 12 para conseguir retirar a encomenda dos Correios.
Após o produto chegar a algum posto dos Correios, ele fica retido até que o consumidor vá retirá-lo com a Nota de Tributação Simplificada – NTS. Neste momento, a empresa está cobrando R$ 12 de tarifa de entrega.
Defesa do consumidor. A Proteste enviou um ofício aos Correios pedindo o cancelamento da cobrança da taxa. Na avaliação da associação essa cobrança é abusiva, em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor, na medida em que eleva sem justa causa o preço do serviço sem qualquer contraprestação ao consumidor. A custódia das encomendas até a sua entrega final é um serviço já pago pelo remetente no ato da compra e o recolhimento do imposto de importação e o seu repasse à União é prestado à Receita Federal.
Ao contrário do que é fornecido por algumas empresas de entrega do exterior, no Brasil, os Correios não entregam a mercadoria no domicilio do destinatário. Apenas envia um aviso de recebimento através de um telegrama. Ou seja, o consumidor que opta pelo recebimento de um produto por meio dos Correios têm menos comodidade e mais despesas.
Os Correios informam que cobram o valor para “cobrir os custos das atividades postais realizadas na nacionalização das encomendas internacionais”. As remessas postais isentas de pagamento de imposto de importação não pagam essa taxa. O pagamento dos R$ 12 incide sobre cada objeto tributado.
Outros custos. Além do valor já pago pelo frete, o cliente precisa desembolsar quantia correspondente ao Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros, que incide sobre o cartão de crédito ou débito, de 6,38%, o imposto de importação de 60%, aplicado também sobre o valor do frete, e ICMS, dependendo do estado em que estiver.
Foto: Stock Xchng

http://goo.gl/LmvBJq